Ferramentas treinadas na interseção Yogācāra–Shin–Extended Mind. Meios hábeis, não gurus. Infraestrutura, não oráculo.
Tradução assistida de textos budistas (sânscrito, chinês, japonês) com depuração conceitual. Vasubandhu, Asaṅga, Shinran — fontes primárias com precisão filológica.
Prática de vichāra (investigação) ancorada nas oito consciências e três svabhāvas. Não substitui sangha — mapeia terreno fenomenológico antes e depois do zafu.
Journaling contemplativo estruturado. Captura padrões de manas, rastreia āśraya-parāvṛtti ao longo do tempo. Dados da mente, não métricas de produtividade.
Para entender o que esses GPTs são — e o que não são — vale uma volta pelas duas tradições de pensamento que os fundamentam.
Andy Clark, David Chalmers, o princípio de paridade, e por que o seu smartphone já é parte da sua mente.
As oito consciências, ālaya-vijñāna, manas, bīja e vāsanā — o mapa que Vasubandhu e Asaṅga deixaram há 1.600 anos.
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